quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

verão!

Parece que temos um peixinho em casa.
Um peixinho amarelinho!
A companheira do papai na hora dos exercícios.

Semana passada, Nina não queria nem entrar na água.

Aos poucos foi se soltando, até que ontem se soltou de vez. Com boia, claro. Mas já foi um grande avanço.
Perdeu o medo!
Já chegou a cair na piscina, mas não se assustou. A boia funciona super bem.

Se puxar à mamãe e ao papai, vai gostar muito de água e de nadar! Papai nasceu e cresceu nadando em rio. Começou cedo.

Ah, e já até pegou uma corzinha... tá ficando bronzeadinha!
:)



segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

amizades

Nina e Gigi

Nina é uma criança sociável, dentro do ritmo dela de se socializar com pessoas desconhecidas.
Quando ela não conhece, ou fica muito tempo sem ver alguém, fica meio tímida no início. Mas depois de algum tempo, ela se solta e aí não desgruda mais.
E desde que ela iniciou a vidinha escolar dela, fez muitas amizades. e até hoje ela fala no amigo tal, na amiga tal... e dá pra ver que ela sente saudades da convivência.
Fora da escola, Nina também tem amiguinhos. Mas como esses ela vê com menos frequência, acaba se apegando mais aos da escola, onde o convívio é diário.
Nina e Téo

Na escola nova, ela já sabe o nome e sobrenome de vários colegas e comenta sobre eles conosco. Na primeira semana, não queria nem falar sobre eles, mas nada como a convivência pra ela se acostumar e se socializar.
A mudança também assustou um pouco e ela acabou bloqueando o novo. Mas foi se abrindo aos poucos e permitindo que outras pessoas fizessem parte do seu mundo.
Acredito que ter amizades é muito importante para o desenvolvimento dos pequenos.
Estava lendo outro dia a respeito, e aprendi que as amizades ensinam os pequenos a tomar decisões, estabelecer regras, aceitar o diferente e conviver em grupos.
Abaixo, seguem algumas pequenas coisas que podemos fazer para ajudar nossos filhos na sua socialização:

  • Valorizar os amigos do seu filho e questioná-los sobre a importância das amizades dele;
  • Repeitar a forma como seu filho se socializa: se ele é mais tímido, mais sociável e faz amizades mais rápido... nunca forçar nada;
  • Ter horários para que seu filho brinque com outras crianças, chamar os amiguinhos para sua casa ou levar seu filho até a casa do amiguinho, visitar amigos com filhos para que os mesmos brinquem... Daí podem nascer grandes e duradouras amizades.
Nina e Mari
Enfim, ter amizades é mais do que saudável. É importante e imprescindível para que nossas crianças cresçam saudáveis física e mentalmente.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

ainda sobre a escola nova

Elsa, sua trança e coroa
(em cima da bancada)

Já estamos caminhando para o fim da segunda semana de nova escola, que não é mais tão nova assim.
É! É nova sim!
Para uma criança de 3 anos e meio, a mudança é grande.
Mas podemos dizer que estamos fazendo progressos. Desde ontem, Nina não chora mais pra ficar na escola. E isso é muito bom. Um alívio para uma mãe culpada.
Eu não comentei no post anterior, mas no fim da primeira semana, como prometido, pelo bom comportamento na escola, Nina ganhou o prêmio do quadro de tarefas.
Durante a semana toda, preenchemos juntas cada tarefa. Eu perguntava e ela respondia. Claro que pra ela, tudo era carinha feliz. Pra mim também, já que o que eu estava observando era o progresso dela, sempre comparando o dia atual ao anterior. quando eu achava que não era uma carinha tão feliz, perguntava se ela achava mesmo que era pra ser feliz, expunha minha opinião pra ela pensar um pouco. Se ela continuava achando que era feliz, dava um voto de confiança pra ela, mas dizia que no próximo dia, se ela não melhorasse, eu ia colocar uma cara triste.
E assim fomos passando dia a dia.
Na sexta, fechamos o quadro e eu disse que ela ia ganhar o vestido da Elsa. Que iríamos comprar no sábado, juntas. Papai também foi.
Promessa feita, promessa cumprida, prêmio merecido.
Além do vestido, ela pediu coroa, luvas e sapatilha. Ela ganhou o vestido e a coroa desta vez. Então, negociamos que a luva e a sapatilha ficariam pra depois. Para o inverno... hehehe
Beijos!


terça-feira, 12 de janeiro de 2016

e a adaptação continua por aqui...

primeiro dia na escola nova

Sim... a adaptação continua. A foto aí do lado é do primeiro dia na escola. Até parece que foi tudo tranquilo... rsrsrsrs

Mas a adaptação continua porque ainda na entrada da escola, pela manhã, Nina "choraminga". E o peito ainda aperta e o coração dói.
Confesso que os primeiros 2 dias foram os piores. Do terceiro em diante foi melhorando.
E do quarto em diante, não liguei mais pra escola durante o dia para saber como ela estava. Tentei me controlar, pois sabia que a escola ligaria, se fosse preciso.

Estou muito mais tranquila agora. Ao buscá-la na escola, ela sempre está feliz. Já sabe o nome de alguns coleguinhas (nome e sobrenome!) e professoras.
Já conta mais da rotina dela, do que comeu, do que brincou, o que lanchou...

Embora a adaptação continue, estamos bem tranquilos que ela está bem e no lugar que escolhemos com carinho pra ela ficar enquanto trabalhamos. O bom seria poder ficar com ela. Mas precisamos trabalhar. Eu, particularmente, preciso, para minha saúde mental (assunto para outro post, talvez).
E aos poucos, a vida vai se ajeitando novamente, com a graça de Deus e da nossa menina linda.

"Filha, só queremos que você esteja num lugar legal, para brincar e se desenvolver no seu ritmo, sem rótulos, sexismos ou imposições. 
Queremos o melhor para você sempre. 
Te amamos daqui até a lua - ida e volta 1000 vezes!"



quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

adaptação - primeiros dias...

Essa semana está sendo "A" semana de adaptação na escola nova.
Confesso que achei que seria mais fácil... :(

- Primeiro dia (04/01/16):
Depois de um feriadão de muita conversa sobre a nova escola, acordamos pela manhã, preparei a mamadeira, Nina tomou e se largou num choro sentido dizendo que "não ia pra escola nova". Respirei fundo e segurei-a no colo. Conversamos. Nada a acalmava. então apelei pro sistema de troca. Se ela fosse na escola e se comportasse, ganharia um presente. Ela parou de chorar e aceitou. O combinado era uma "meleca" rosa (amoeba). Achei justo.
Chegamos na escola, entramos para conhecer tudo de novo com as professoras. Fomos na sala, largamos a mochila, pegamos os brinquedinhos, saímos para o pátio. Papai ficou um pouco com ela e eu fui entregar a lista de materiais na secretaria. Então, saímos de fininho, enquanto ela ajudava uma professora a receber um bebê que havia chegado.
Durante o dia, liguei duas vezes... uma no final da manhã e outra à tarde.
Na primeira ligação, a secretária falou que ela não quis comer o almoço e estava só com uma bolacha do lanche da manhã (e o mamá que ela tomou em casa). Chorou um pouco e depois dormiu.
À tarde, bateu a fome e ela já lanchou e jantou bem. Brincou e se soltou mais. Quando fui buscá-la, ela estava bem, tranquila, feliz. A profe me contou que elas fizeram amizade e ela se comportou bem à tarde.
Então, como prometido, ela ganhou a tal meleca rosa. Falei que estava muito feliz com ela. Papai também falou. Mas ela não quis comentar muuuito sobre o dia dela. Meio que desconversava.
Fiz um quadro de tarefas para ela, sugestão da dinda Claudia (ótima sugestão!) para preenchermos juntas durante a semana e expliquei como funcionava. Ela entendeu e disse que ia aparecer só carinha feliz no quadro, pra ela ganhar o prêmio no final da semana (uma roupa da tal Elsa).



- Segundo dia (05/01/16):
Acordamos e Nina acordou bem. Super tranquila. Falei do quadro e que eu queria encher de carinha feliz no final do dia. Ela fez que sim com a cabeça. Mas não quis levar brinquedo pra escola. Coloquei um trenzinho na mochila e ficaram duas bonecas no carro.
Chegamos na escola e... foram 30 minutos agarrada ao meu pescoço, no colo, chorando. Dizia que era pra eu ficar ali com ela, não queria que eu fosse embora, que a deixasse sozinha. que estava muito, muito triste e não queria ficar na escola. Falei da roupa da Elsa, do que tínhamos combinado, perguntei se ela queria outra meleca... não queria nada. Não queria negociar nada.
Entrei na sala de aula com ela e os colegas, sentamos pra ver tv... e ela chorava. Então a secretária entrou na sala e a convidou pra ver os peixinhos, o aquário... ela não quis. Ela convidou uma menina para ir junto. Eu falei que ia também e aí ela resolveu ir... Falei que ia ficar esperando ela, porque não podia entrar... ela chorava muito. Naquela altura, eu quase estava chorando junto. só não chorei mesmo pra ela não ficar mais impressionada ainda. Aí ia ser o caos...
Elas entraram: a Nina, a menina e a secretária. Foram ver os peixinhos... Esperei elas desaparecerem e saímos. Papai estava na recepção esperando.
As 11:30, liguei pra ver como ela tinha ficado, se tinha comido e... pra minha surpresa, ela ficou bem, comeu, brincou...
Eu sei que não é manha. É tudo tão novo pra ela. tudo diferente: a escola, os colegas, as professoras, o ambiente. Desde os 5 meses ela estava acostumada com outro ambiente, outro cheiro, outras crianças e profes. Não deve ser fácil na cabecinha dela assimilar tudo isso.
Pra mim também não está sendo fácil. Porque dói vê-la chorando. Ter que deixá-la chorando.
Se, pelo menos ela tivesse algum conhecido por lá, seria infinitamente mais fácil. Mas bem que tentei levar uma ex-coleguinha, pois seria fácil para as duas a adaptação. Mas no fim, ela ficou na antiga escola e só a Nina mudou. Infelizmente, pois seria bem mais fácil, com certeza.
No final do dia, quando fui buscá-la, estava no pátio, brincando, toda feliz. Nem parecia aquela menininha que tinha ficado chorando pela manhã.
No caminho de casa, ela já conversou mais, contou o nome de algumas coleguinhas, que comeu "batata fita" (ela sempre fala isso, rindo, quando perguntamos o que ela fez ou comeu na escola).
Em casa, pegamos o quadro das tarefas e preenchemos juntas. Como ela estava bem na escola, comeu direitinho, dormiu, brincou, obedeceu, ganhou carinhas felizes.
Mas deixei bem claro que se no dia seguinte ela fizesse escândalo novamente chororô, ia ter carinha triste sim. E carinha triste no quadro das tarefas significa que ela não ganharia presente. Ela fez afirmativo com a cabeça.
Também me mostrei feliz. O papai também. Elogiamos o comportamento dela e ela ficou feliz.
E... seguimos para o terceiro dia...

[continua...]