sexta-feira, 30 de maio de 2014

terrible twos - o retorno

Voltando ao assunto “terrible twos”, por aqui estamos colhendo alguns frutos dessa fase.
Como já comentei, tem sido difícil, em alguns momentos, tratar com a Marina. Ela fica brava, rebelde, faz cara feia e até cruza os braços. Se joga no chão, chora, esperneia, sapateia, embesta com certas coisas... Está dormindo pouco (vai dormir tarde e tem que acordar cedo pra ir pra escola) e ficando irritada.
Mas claro, é preciso comentar que isso tudo não é o tempo todo. Felizmente, ainda, temos mais momentos bons do que os citados acima. Isso também eu já falei.
Todo dia, ao pegá-la na escola, perguntamos como foi o dia dela e sempre está tudo tranquilo. Teve uns 3 ou 4 dias, isolados e não consecutivos, que ela apresentou comportamentos agressivos e de desobediência. Mas como comentei, situações isoladas. Quem nunca acordou de mau humor?!!? No dia seguinte, tudo voltava ao normal.
Mas ontem a professora relatou que há alguns dias ela está agressiva, batendo nos colegas, puxando o cabelo, empurrando-os... Além de contrariar as professoras. Na agenda também veio um texto explicando a situação.
Confesso que fiquei um pouco surpresa!
Primeiro porque isso vem se apresentando durante toda a semana. Não foi só ontem.
Segundo, porque eu não tinha ideia de que isso estava acontecendo na escola todos esses dias. E sim, acontece em casa, mas todo dia perguntamos se está tudo bem. E estava! Até ontem.
E aí a professora disse que está muito preocupada. Bom, acabou com meu dia. Porque para estar muito preocupada, a coisa deve estar feia mesmo.
Fui então pedir ajuda às amigas universitárias do Facebook, num grupo de mães com filhos na idade da Nina, até para entender se isso é só com ela ou é algo da idade, que outras mamães e papais também estão passando.
E o que eu li me fez ver que muitas outras crianças estão passando pela mesma coisa. E muitas são as causas. E muitas são as táticas que cada uma usa para tentar amenizar ou acabar com esses probleminhas.
Me preocupo sim com toda essa situação. E acho que até demais, depois que li os relatos das outras mães. Não quero que nossa filha seja o modelo de candura e bondade, até porque ela precisa ter a sua personalidade, descobrir as coisas, ter interesse. Ela tem que aprender a brincar, se defender, interagir, viver em sociedade. Mas saudavelmente.
Se ela está passando, ou se estamos passando por um período de turbulência, temos que parar e analisar onde está o problema. E essa é a lição de casa do final de semana.

Espero voltar com notícias boas no próximo post!

Um comentário:

  1. Nossa! Quanta coisa deliciosa escrita aqui. Sumo, mas qdo venho, me delicio!

    Linda sua família, e o carinho que ela sente pela Nina! Lindo demais de se ver, dá gosto!

    Amei o nome Manu!... Quem sabe?? rsrsrs

    Agora, amiga... respira!
    O negócio aqui tá parecidíssimo! Agora mesmo, enquanto converso contigo, Mel está aos berros pq não conseguiu calçar o sapato... De fato é muuito difícil... haja paciência! Mas sei que vamos conseguir!
    Meus pais ficam dizendo que é "falta de correção", carinhosamente me chamando de "mãe mole". Vivem repetindo que quando ela está perto de mim, faz mais birra... Saber que acontece com vcs (e com vc que é uma referência de mãe pra mim) me consola e me faz crer que estou no caminho certo!

    Beijos em vcs!

    Mãe & Mel

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